Além dos quase R$ 2 milhões, Cafu pede uma indenização por danos morais e materiais no valor de R$ 100 mil

Além dos quase R$ 2 milhões, Cafu pede uma indenização por danos morais e materiais no valor de R$ 100 mil

O pentacampeão do mundo Cafu está processando a empresa Arbcrypto por danos morais e materiais. O caso vem causando dores de cabeça a Cafu, que teve R$ 3 milhões em bens bloqueados. Alexandre Kwok e Eneas Tomaz, donos da Arbcrypto, também tiveram as contas suspensas por causa do episódio.

A empresa, segundo a defesa do jogador, usou de forma indevida a imagem de Cafu. De acordo com o processo, em 2019, ficou acordado que a companhia pagaria R$ 1,98 milhão ao capitão do penta pelo uso de sua imagem para alavancar o negócio. A quitação do débito seria em 18 parcelas. No entanto, Cafu jamais viu a cor desse dinheiro, segundo a defesa.

O processo ainda diz que o primeiro pagamento ficou condicionado à ida de Cafu a um evento da Arbcrypto. O ex-jogador compareceu, mas não recebeu o dinheiro.

No ano passado, começaram a surgir denúncias envolvendo a Arbcrypto sobre uma possível pirâmide financeira envolvendo bitcoins. No escândalo, a imagem de Cafu estava atrelada a cursos, “dicas” e tudo que envolvia a empresa.

Além dos quase R$ 2 milhões, Cafu pede uma indenização por danos morais e materiais no valor de R$ 100 mil. A defesa do ex-jogador também quer que os acusados paguem 20% dos honorários dos advogados no valor da causa, estimada em R$ 100 mil



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