No início de julho, o G20 mostrou apoio a uma nova estrutura fiscal que pode mudar o mundo, inclusive o Bitcoin. A proposta visa acabar com os paraísos fiscais e cobrar mais dinheiro das multinacionais.

A nova estrutura prevê um imposto mínimo de 15% sobre as operações de uma empresa em um dado país. Segundo a Reuters, o objetivo é tirar mais dinheiro de empresas como Amazon e Google.

Multinacionais são o alvo

Gigantes do ramo digital, como Amazon e Google, são os alvos da nova estrutura fiscal. Uma vez que eles estabelecem sede em países com a carga tributária baixa, eles maximizam seus lucros. Além disso, eles podem operar em outros países com maior facilidade e menos custos.

Entretanto, com a nova estrutura fiscal, os impostos serão cobrados sobre onde a empresa atua. Por exemplo, se o Facebook vende produtos na Argentina, ele deverá pagar o imposto mínimo de 15% ainda que não tenha escritórios no país.

Nota-se, portanto, que até mesmo as empresas “menores” serão afetadas pela nova estrutura fiscal. Ainda segundo a Reuters, a aprovação definitiva da nova lei deve ocorrer em outubro deste ano.

Nesse cenário, como ficam as empresas que atuam internacionalmente sem filiais? Uma empresa de criptomoedas que oferece serviços ao redor do mundo, talvez.

O Bitcoin pode ser prejudicado por esse novo conjunto de regras? Se as empresas que auxiliam a disseminar o Bitcoin e criptomoedas ao redor do mundo forem prejudicadas, é possível que isso atrapalhe a adoção?

São questões importantes e que podem ter relevância após a aprovação definitiva das regras. Felizmente, elas são esclarecidas no mais recente Debate Descentralizado.

Rodrix Digital se reúne com os especialistas Rodrigo Csizmar Borges, Gabriel Pelissaro, Renato Almeida, Rafael Steinfeld e Tullio Bertini para responder essas e outras perguntas.

Quer saber se haverá uma taxa global para o BTC? Não deixe de conferir o mais recente Debate Descentralizado!





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