O mercado dos Estados Unidos é inegavelmente maior do que o brasileiro. Mas em se tratando de fundos de índice (ETF, em inglês) em bitcoin (BTC) e criptomoedas, a B3 ganha uma vantagem significativa frente aos norte-americanos. 

Os Estados Unidos aprovaram na última semana os dois primeiros ETFs com lastro em criptomoedas, o que permitiu aos investidores norte-americanos terem exposição ao bitcoin diretamente nas bolsas.

A notícia que impulsionou as cotações do bitcoin (BTC) até as máximas históricas não é novidade por aqui. A B3, bolsa de valores brasileira, já possui ETFs de criptomoedas listados para negociação desde abril deste ano. Confira mais no vídeo abaixo:

Brasileiros na frente

Além de pioneiros, os ETFs brasileiros são melhores que os lançados recentemente nas bolsas norte-americanas, segundo Theodoro Fleury, gestor da QR Asset Management, divisão responsável pela parte de criptomoedas da QR Capital.

Isso porque os fundos lançados lá fora replicam os contratos futuros da criptomoeda, o que não é exatamente o que o mercado desejava.

“Nas nossas estimativas, os contratos futuros de bitcoin são negociados com prêmio de 13% a 15% em relação ao preço à vista. Portanto, quem compra [o ETF em contratos futuros] já chega descontado em até 15% em relação à mercadoria à vista, isso sem contar os custos do próprio fundo”, diz Fleury. 

Em entrevista ao Papo Cripto, o programa de criptomoedas do Seu Dinheiro, o gestor conta os bastidores da aprovação do QBTC11 e do QETH11, os ETFs monoativos da bolsa brasileira, que chegaram a subir mais de 100% desde a estreia. Saiba mais sobre eles aqui:

Para iniciantes

Além disso, ele fala das suas criptomoedas favoritas e dá uma dica de leitura essencial para os investidores que querem começar nesse mercado.

Paul Tudor Jones, bilionário americano gerente de fundos de hedge, escreveu uma carta em que ele faz uma análise sobre o futuro dos investimentos e destaca o bitcoin como proteção contra a inflação (a carta na íntegra você encontra neste link).

Os destaques você confere no Papo Cripto #005 no nosso canal do YouTube:



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