O mercado de criptomoedas tem atraído cada vez mais investidores com o sonho de conquistar sua independência financeira. O paulista Pedro Moura, de 25 anos, é um deles. O jovem empreendedor começou a investir aos 16 em bitcoin (moedas virtuais), e com 23 conquistou o seu primeiro R$ 1 milhão.

“Meu primeiro contato com o Bitcoin foi em 2016, quando entrei na faculdade federal de engenharia. Minhas fontes de renda na época não estavam muito boas, e um amigo me apresentou o mercado de criptoativos. Confesso que no primeiro instante eu pensei que ele estava louco mas quando eu entendi a fundo o mercado, a minha ficha caiu e sabia que seria o futuro. Foi então que eu comecei a estudar o mercado e entendi que no Brasil muito brasileiros tinham dificuldades para entender o mercado e principalmente comprar os ativos. Em 2019, com apenas 23 anos de idade, bati o meu primeiro milhão de reais com o mercado através dos lucros da volatilidade”, conta ele.

Com esse R$ 1 milhão, Pedro investiu mais ainda no mercado de criptoativos e comprou um carrão de luxo.

“Comprei meu primeiro bitcoin quando ele custava R$12,5 e desde lá eu nunca mais parei de comprar e guardar. Comprei um carro de R$120 mil por 7.3 bitcoins, que hoje é equivalente a mais de R$1.7 milhões. Ou seja: nunca vendam seus criptoativos”, diz.

Hoje, Moura ajuda milhares de pessoas a entenderem o mundo das criptomoedas. Ele desistiu de concluir a faculdade de Engenharia em uma universidade federal e apostou tudo no seu sonho de mudar de vida através da internet.

“O começo foi muito difícil. Todos achavam que eu estava louco. Pensavam que eu tinha me tornado um vagabundo, principalmente por ficar tantas horas na frente do computador. Foi horas e horas trabalhando e acreditavam que eu não ia conseguir chegar onde queria chegar. Minha vida mudou da água para o vinho depois que desisti da faculdade. Durante a faculdade muitas vezes meus amigos tinham que me ajudar, pois, não tinha dinheiro e quando resolvi desistir, falei para mim mesmo que nunca mais ia olhar o lado direito do cardápio e graças a Deus estou conseguindo até hoje”, conta Moura.





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