Ao contrário do que muitos imaginam, o mundo de criptomoedas não é um universo paralelo habitado por seres com profundos conhecimentos sobre tecnologia e mercados financeiros. A verdade é que fazer parte da comunidade de cripto é um processo seguro, fácil e aberto a todos.

Para começar a operar nesse mercado, o aporte financeiro é muitas vezes bem pequeno, e o cadastramento, descomplicado. Na Bitso, plataforma líder em operações de criptomoedas na América Latina, o processo de abertura de uma conta não leva mais do que 10 minutos, e o depósito inicial pode ser de apenas R$ 25.

No entanto, existe um passo indispensável antes mesmo de se ter uma conta. Como tudo que envolve a administração de recursos financeiros, a chave para a segurança é o conhecimento. “É importante se informar”, destaca Abraham Cobos, especialista e líder em estudos de criptomoedas da marca. “Entender como o mercado funciona, acompanhá-lo, saber o que são criptomoedas e quais são as que têm um projeto sério como suporte para seu desenvolvimento”, emenda.

E o que são criptomoedas?

Criptomoedas são… quase como moedas, posto que elas também representam um valor. Tratam-se, em suma, de algo parecido com dinheiro e podem ser usadas como reserva de valor ou meio de troca. Mas, claro, há características que diferenciam as criptos de moedas como o dólar e o real. São duas principalmente: elas são virtuais e descentralizadas.

Virtuais quer dizer que elas não têm representação em cédulas ou qualquer outro tipo de papel e não são físicas como o ouro. São valores na forma de dados criptografados que circulam apenas de forma digital. Até aí, nem são tão diferentes das moedas que todos conhecemos, as tradicionais, que, cada vez mais, são utilizadas para trocas em forma de números nas telas dos celulares em vez do velho “dinheiro no bolso”.

Nesse ponto, no entanto, entra a segunda diferença. Criptomoedas não são emitidas por determinação de nenhum banco central ou governo, como as chamadas moedas fiat ou fiduciárias, a exemplo do nosso real. O Bitcoin, por exemplo, é gerado por um protocolo mantido por uma rede descentralizada, através do processo de mineração (veja infográfico abaixo).

“O Bitcoin é uma moeda digital com um whitepaper (protocolo de funcionamento) muito bem embasado. Se você olhar para o movimento histórico da moeda, entenderá que é um ativo que ganhou força ao longo dos anos”, diz Cobos.

Criptomoedas: ativos virtuais e que atuam de forma descentralizada

O Bitcoin nasceu em 2009, por iniciativa de um programador de pseudônimo Satoshi Nakamoto. Ao longo dos anos, conquistou credibilidade como forma de reserva de valor e incremento de portfólio.

Primeiros passos

Como já dissemos, informação é a chave para a segurança quando se trata de administrar a vida financeira. Então, a primeira tarefa de alguém que pensa em entrar no mundo das criptomoedas é se informar, mas da maneira certa. “Conhecimento é importante para quem quer tomar as próprias decisões. Essa informação tem que vir de fontes confiáveis”, aponta Cobos.

Existem mais de 11 mil opções de criptomoedas em negociação. Para saber por onde começar, um dos caminhos é observar a liquidez de cada uma e com quais moedas as melhores plataformas trabalham. A Bitso, por exemplo, conta com US$ 8,9 bilhões em depósitos. As criptomoedas com mais operações na plataforma são o bitcoin (BTC), o ether (ETH) e o XRP – que estão também entre as mais negociadas do mercado.

A escolha do investimento a ser realizado depende sempre de uma estratégia. É preciso traçar um objetivo. Você quer manter uma reserva financeira? Pretende comprar algum bem em determinado prazo? Está economizando para a aposentadoria? Essa definição deve ser a base para todas as escolhas.

“Um erro cometido por algumas pessoas que buscam as criptomoedas é achar que é ‘dinheiro fácil’ e acabar aportando mais do que caberia nas contas, esperando retornos rápidos altíssimos. É muito importante entender que criptomoedas podem fazer parte de um portfólio diversificado e vão ser um componente de uma estratégia. Como tudo que envolve dinheiro, elas exigem cuidado e planejamento”, ressalta o especialista da Bitso.

Com objetivos identificados, o próximo passo é se cadastrar numa plataforma de negociações de criptomoedas (chamadas exchanges por fazerem a conversão de moedas fiduciárias para criptomoedas e vice-versa). Na Bitso, após fazer um aporte de R$ 25, via PIX ou TED, você já poderá comprar, manter em carteira e vender criptomoedas. Em uma interface bem amigável, as cotações e os históricos de dez criptomoedas podem ser checados, e as operações, realizadas com muita facilidade.

Segurança e transparência

Existe um mito de que as operações com criptomoedas não são rastreáveis e, por isso, seriam ideais para movimentações financeiras de criminosos. “Na realidade, tudo é rastreável”, corrige Cobos. “A diferença é que, quando o dinheiro passa pelos bancos, até a forma como você usa seu dinheiro é computada”.

Abraham Cobos, especialista da Bitso: “Criptomoedas sérias têm embasamento e contam com uma grande participação da comunidade”

De fato, apesar de as transações com criptomoedas como o bitcoin dispensarem a intermediação de uma instituição financeira, cada uma delas é registrada em uma espécie de livro-razão público – o blockchain –, acessado por milhões de usuários da rede. Ou seja, a transparência é uma das bases em que o ecossistema do bitcoin se sustenta. “Cada bitcoin minerado, comprado ou vendido, e cada transação feita com ele, para ter validade, tem que ser registrado no blockchain. São rastros digitais de tudo o que a pessoa faz com as criptomoedas. As transações são não apenas registradas, como verificadas pela comunidade”, ressalta Cobos.

O blockchain usa a criptografia ​​para conectar cada bloco ao anterior, sendo cada bloco uma nova movimentação nessa espécie de “livro-razão virtual”. A alteração de qualquer dado em um bloco alteraria o bloco seguinte, e assim por diante. Essa disposição é o que confere grande segurança ao sistema.

Oscilações

Em vários momentos, as mudanças de preço das criptomoedas impressionam por sua rapidez. De fato, é um mercado normalmente volátil por estar em constante evolução. No entanto, os fatores que provocam as oscilações das criptos são, muitas vezes, semelhantes aos de outros ativos.

“O preço de qualquer ativo carrega em si o valor que o mercado percebe nele. E essa percepção pode ser afetada por muitos fatores. No caso das criptomoedas, as oscilações têm muita relação com o movimento de oferta e procura. Porém, como quase tudo nos mercados financeiros, dificilmente uma queda ou uma elevação no preço tem a ver com apenas um fator”, destaca Cobos.

As mudanças tecnológicas – como uma atualização recente feita no sistema do Ethereum – são um vetor de movimentação das cotações muito característico do mercado de criptomoedas. Esses avanços levam a rápidas alterações na percepção de valor. Declarações favoráveis de personagens importantes também provocam oscilações. “É por isso que, quanto mais acompanharmos o mercado e nos informarmos, melhor”, reafirma Cobos.

Transformação

As criptomoedas são uma evolução natural de nosso modo de vida, que a cada dia se torna mais digital. Elas são uma representação de valor fácil de mover, com compras, vendas e transferências que transcendem fronteiras e dispensam a intermediação das instituições bancárias, nem sempre acessíveis a todos.

Plataformas como a Bitso permitem o acesso de milhões de usuários a serviços financeiros. É um avanço importante quando avaliamos que, só na América Latina, ainda existem 250 milhões de pessoas que estão fora do sistema bancário.

Em um ambiente globalizado, moedas com valores similares em diferentes países, como as criptomoedas, podem representar mais segurança financeira para muita gente. São uma alternativa para reserva de valor e abrem a perspectiva de uma relação diferente com o dinheiro. “Criptomoedas sérias têm embasamento, contam com uma grande participação da comunidade e representam o objetivo maior de transcender o sistema financeiro tradicional”, resume Cobos.


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